Você está cansado de quase:
quase escolhido(a),
quase prioridade,
quase futuro
Sente o peito contrair antes do date, a mente ruminar depois, o celular virar oráculo.
Quer perguntar o que importa
(dinheiro, família, planos, limites),
mas tem medo de “estragar a magia”.
Já ouviu “vamos ver no futuro” demais
—
e pagou com meses de esperança vazia.
Defende-se com ironia elegante e
“deixa fluir”,
enquanto por dentro só quer paz com tesão e evidência de intenção.
“Parecia mágico: conversa leve, perguntas certeiras.
No 2º encontro, vieram respostas concretas sobre finanças, família e limites.
Pela primeira vez senti que eu conduzia meu destino afetivo.
Hoje estou no 5º mês com alguém alinhado.”
— Rafaela M., 34, SP